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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
SERVIÇO DE PRIMEIRA
No dia 17 de fevereiro ( sexta-feira de carnaval ), comparecí ao posto de combustíveis da Rua Bingen ( antigo posto do Bino ), localizado em frente à garagem da empresa Transalfa, com a simples intenção de rever um amigo. Ao encontrá-lo, fui informado dos serviços oferecidos pela empresa e lembrei que o meu carro necessitava de troca de óleo. Eram 07:00h. da manhã e ainda tinha um tempinho de sobra antes de iniciar o meu expediente no trabalho. Meu amigo me mostrou o local onde é feito o serviço e apresentou-me ao funcionário responsável pelo setor. Depois das conversas de praxe e o devido cadastramento do veículo, o atencioso e competente rapaz, iniciou o seu trabalho. A troca de óleo, em sí, seria a coisa mais simples do mundo. Entretanto, quando dei por conta, o meu carro teve todos os ítens de água e óleo verificados, comentados e fui devidamente orientado para cada um deles; Os pneus foram devidamente calibrados; o interior do veículo que estava simplesmente imundo, foi aspirado com um cuidado e perfeição pouco vistos em outros lugares. Quando o serviço foi concluído, imaginei que pagaría alguma taxa extra, o que sería muito justo. Confesso que não me foi cobrado nenhum centavo à mais do que o estabelecido inicialmente e ainda ganhei um brinde ( um guarda-chuva ). Confesso que fiquei bastante surpreso com tudo. Desde o preço, passando pela execução e até a conclusão dos serviços. Novamente lembrei de muitas coisas que aprendemos na Faculdade de Marketing. Entre elas, o valor do serviço agregado. Quando se pretende ser o melhor no seu setor de atuação, é preciso fazer a diferença, independente do ramo de serviço. Seja qual for o negócio, é preciso passar a proposta da empresa para os seus funcionários, pois eles são os legítimos representantes da empresa. São os funcionários que mantém um contato direto com o cliente e são responsáveis pela conquista, fidelização ou até pelo afastamento do cliente. Parabéns à diretoria do posto de combustíveis. Além de estarem no caminho certo, vocês são referência para muitos empresários. Que vocês possam crescer cada vez mais e aumentar o número de clientes dia após dia. Aliás, podem contar comigo. Sempre que possível, divulgarei a grande experiência que tive em nosso primeiro contato.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
OS ÁRBITROS SEMPRE SERÃO CULPADOS
Ainda não chegamos, sequer, às semi-finais da taça Guanabara e as reclamações dos clubes em relação às arbitragens já ganham destaque. A situação se complicou no último domingo, após o clássico Vasco da Gama X Fluminense, realizado no Engenhão. A diretoria do fluminense quer,de qualquer maneira, a cabeça, ou melhor, a demissão do diretor de arbitragem de FERJ, Sr Jorge Rabello, jogando toda a responsabilidade da derrota tricolor em cima do árbitro Antônio Frederico Schneider. Concordo que vários erros de interpretação ocorreram durante a partida. Tanto na parte técnica, quanto na parte disciplinar. E quando as imagens mostram claramente, não há o que discutir. O diretor de arbitragem, supracitado, teve coragem ao inovar. Procurou preparar os árbitros de forma correta, com pré temporada, palestras, treinamentos, transporte, assistência durante as partidas, entre outras melhorías. Foi ousado ao utilizar ( mesmo sem autorização ) os árbitros atrás das metas, na tentativa de minimizar os erros e as possibilidades de gols duvidosos. Tudo isto deve ser exaltado. Entretanto, existe uma distância entre teoria e prática. Não conseguí entender por que não houve interferência positiva destes assistentes ( atrás das metas ) para corrigir alguns equívocos do árbitro no último domingo. Será que foram impostos limites às suas atuações? Só eles ( árbitros e dirigentes ) podem responder. Não sou pago para defender ninguém. Mas na qualidade de ex árbitro e comentarista de arbitragem, procuro analisar a questão de uma forma diferente de jogadores, dirigentes e torcedores. O árbitro é um ser humano passível de erros e acertos. Tem frações de segundos para decidir um lance. Suas decisões, dificilmente, irão agradar à todos. Só que é preciso mostrar, também, que dirigentes, treinadores e jogadores também erram. E muito. Os dirigentes, os jogadores e os técnicos se acham no direito de falar o que quiserem. Acham que o árbitro não tem família. Que podem usar quaisquer adjetivos para classificá-lo que não há problema algum. Porém, se o árbitro agir da mesma forma, será processado, querem que seja afastado do esporte, preso e, se possível, cricificado em praça pública. Talvez o problema esteja no bolso. O futebol, hoje, é totalmente comercial. Os clubes são escravos de patrocinadores, emissoras de TV, empresários, etc.. Um resultado negativo, pode gerar um prejuízo enorme aos cofres do clube e, provavelmeste, aos bolsos de muita gente. Só que ninguém tem coragem de falar desta forma. Então é muito mais fácil colocar a culpa em alguém. E muito mais fácil, ainda, que este alguém seja o árbitro. Não podemos dizer que os erros não aconteceram. Como conhecedor das regras, tenho que admitir que o árbitro teve uma atuação infeliz. Jamais colocaria em dúvida o seu caráter e a sua honestidade, mas, infelizmente, os erros aconteceram. Faz parte do trabalho. Só não podemos admitir que aconteçam de forma intencional, premeditada. Gostaría de deixar algumas questões para que juntos possamos buscar respostas que ajudem a melhorar o nível do futebol ( em especial o carioca, já que sou do Rio de Janeiro ): QUANDO UMA EQUIPE PERDE UMA PARTIDA E RESPONSABILIZA O ÁRBITRO, ESTE DEVE TER O DIREITO DE PEDIR AO CLUBE PERDEDOR QUE DEMITA O TREINADOR QUE MEXEU MAL NA EQUIPE? DEVE PEDIR QUE RESCINDA O CONTRATO DO GOLEIRO QUE FALHOU, OU DO ATACANTE QUE PERDEU UM OU VÁRIOS GOLS? DEVE SOLICITAR A RESCISÃO DO CONTRATO DE PATROCÍNIO, QUANDO O PATROCINADOR CONTRATA UM ATLETA QUE NÃO SERVE NEM PARA A QUARTA DIVISÃO DA BÓSNIA? DEVE PEDIR AOS DIRIGENTES QUE NÃO PAGUEM FAVORES COM INGRESSOS, POR QUE ISTO AFETA A RENDA DOS JOGOS?
Já passou a hora de acordar. É preciso mudar a mentalidade de pessoas que militam no futebol. Talvez seja mais prudente cobrar de quem ganha fortunas e produz migalhas, do que escolher um cristo para crucificar depois de cada derrota. E parabéns ao dirigente que não abandonou o árbitro neste momento. Diferente do que já aconteceu comigo, quando atuava por esta mesma federação.
Já passou a hora de acordar. É preciso mudar a mentalidade de pessoas que militam no futebol. Talvez seja mais prudente cobrar de quem ganha fortunas e produz migalhas, do que escolher um cristo para crucificar depois de cada derrota. E parabéns ao dirigente que não abandonou o árbitro neste momento. Diferente do que já aconteceu comigo, quando atuava por esta mesma federação.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
QUANDO O MATERIAL HUMANO NÃO FAZ A DIFERENÇA
Tenho observado, ultimamente, que muitos empresários estão investindo no design, na aparência das suas lojas. É muito louvável esta atitude, embora muitos até exagerem na dose ( podendo causar uma poluição visual ou colocando a loja em um ponto errado da cidade). Cada um ao seu estilo e gosto, procura fazer do visual um atrativo para o cliente e o caminho é mais ou menos por aí. O problema é que em muitos casos, falta preparo ao material mais importante que um empresário pode dispor: O HUMANO. Muitos patrões encaram como desnecessário ou custoso o investimento em treinamento para que os seus colaboradores tenham um desempenho à altura da proposta apresentada por ele ( empresário ). E, é, justamente este erro que pode ter conseqüencias desastrosas. Uma eauipe de trabalho que não conheça as diretrizes da empresa (missão, visão e valores ) e que não tenha trinamento adeqüado, é como se fosse uma orquestra totalmente desafinada, com cada músico entonando uma nota diferente, sendo regidos por um maestro surdo, cego e que fica de costas para os seus comandados. Aquí em Petrópolis, é flagrante o despreparo de muitos trabalhadores. É comum o cliente entrar em uma loja e se deparar com vendedores conversando, sem que nenhum deles venha dar a devida atenção. Se o cliente estiver vestido de maneira simples, pior ainda. É como se o HÁBITO, fizesse o MONGE. Com a concorrência crescendo a cada dia e com o cliente muito mais exigente e consciente dos seus direitos, é preciso ser DIFERENTE e lutar ( de forma ética ) para ser o melhor. Sempre acreditei e acredito que o ser humano faz a diferença, porém é preciso que esta diferença seja para o lado positivo e o diretor, chefe, gerente, ou seja lá o que for enxergue esta necessidade e faça do seu funcionário uma referência. Embora em alguns casos seja possível sentir esta evolução, ainda estamos longe do ideal. É um processo simples de ser entendido: QUANDO UMA EMPRESA EMPATA COM A SUA CONCORRÊNCIA EM VÁRIOS ASPECTOS COMO QUALIDADE, PONTUALIDADE, HIGIENE E ORGANIZAÇÃO DO SEU ESTABELECIMENTO, TECNOLOGIA, ETC., A MELHOR FORMA DE SE FAZER A DIFERENÇA, É UTILIZANDO CONHECIMENTOS, HABILIDADES E ATITUDES DOS SEUS COLABORADORES. Para tanto, é preciso perceber que treinamento não é despesa, muito menos custo, mas sim, um INVESTIMENTO. Por tanto, fica aquí a sugestão para os empresários: INVISTA NO SEU COLABORADOR. CASO CONTRÁRIO O SEU MATERIAL HUMANO, NÃO FARÁ A DIFERENÇA.
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